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Os chefões da Apple 🍎
Quem já comandou a empresa mais conhecida do mundo

A Apple dispensa apresentações… mas para quem viveu em uma caverna pelos últimos 48 anos, eis aqui um breve resumo do que a Apple tem oferecido ao mundo:

Produtos Apple
iPhone, simplesmente o smartphone top de linha e mais desejado, com uma legião de fãs, batendo de frente com qualquer marca.
MacBook, utilizado por desenvolvedores de software, designers, produtores musicais, advogados, médicos, escritores, empresários, artistas, todo ser humano que precisa de uma máquina potente.
iMac, a obra-prima de design e desempenho, o desktop que transforma qualquer espaço de trabalho em um estúdio de criatividade.
iPad, o tablet versátil que substitui cadernos, livros, paletas de pintura e até mesmo laptops, tornando-se a ferramenta preferida de estudantes, artistas e profissionais em movimento.
Apple TV, o portal para um universo de entretenimento, com acesso a filmes, séries, esportes e mais, tudo na ponta dos dedos.
Apple Music, a plataforma que redefine como ouvimos música, oferecendo uma biblioteca imensa e personalizada para cada gosto musical.
AirPods, os fones de ouvido sem fio que se tornaram um ícone de estilo e qualidade sonora, revolucionando a forma como ouvimos música e nos comunicamos.
Cada produto, uma peça essencial no mosaico da inovação, eficiência e elegância que é a Apple.

Apple
O idealizador e a ideia vivem: Steve Jobs 💡
Para falar sobre o Steve Jobs e suas características seria necessário elaborar um texto enorme que aborde desde a sua adoção e família, experiência com a faculdade e drogas, viagens para iluminação espiritual, entre várias outras coisas. Ou melhor, uma biografia completa. Para tanto, aos curiosos, nós da The Horizon fortemente indicamos a leitura da biografia escrita pelo Walter Isaacson, feita diretamente em contato com o próprio Jobs, para entender melhor sobre sua persona complexa e turbulenta.
Steve Jobs, junto com Steve Wozniak, fundaram a Apple no ano 1976. Como CEO, Jobs liderou a empresa até 1985, período durante o qual a Apple lançou produtos pioneiros como o Apple II e o Macintosh. É fácil falar/escrever que os Steves “criaram o Apple II e o Macintosh”, mas é muito mais que isso. O que a Apple fez à sua época foi literalmente uma revolução, a contracultura em forma de tecnologia, como dizia o próprio Jobs.
Então, para estabelecer a ideia central de qual foi a postura de Steve como fundador e CEO da Apple, basta nos imaginarmos em um mundo onde apenas uma pequena minoria de geeks e nerds conheciam o que era um computador – veja bem, não necessariamente possuíam um, já que para a época uma máquina era muito cara – e de repente, uma startup criada em uma garagem inicia uma revolução ao criar o primeiro computador pessoal bem sucedido para as massas. Qualquer um poderia ter e usar um computador pela primeira vez no mundo.
O computador é a bicicleta da mente
De vendedor de água açucarada à Tech CEO: John Sculley 🥤
“Você quer vender água açucarada pelo resto da sua vida, ou quer vir comigo e mudar o mundo?”
Essa foi a pergunta que Steve Jobs usou em 1985 para persuadir John Sculley, o então famoso líder da PepsiCo, a assumir o cargo de CEO da Apple. Mas por que Steve passou o bastão?

Steve Jobs e John Sculley
Sculley era famoso nos anos 80 por ser um exímio marketeiro. Na PepsiCo, Sculley havia liderado campanhas publicitárias de grande sucesso, incluindo a famosa “Pepsi Challenge”, que ajudou a aumentar a participação de mercado da Pepsi contra seus concorrentes, como a Coca Cola. Além disso, Sculley tinha uma vasta experiência em gerenciar uma grande empresa multinacional, suprindo o lado de gestão tradicional que carecia em Steve. Portanto, Jobs acreditava que Sculley poderia ajudar a transformar a Apple, uma startup, em uma empresa de grande porte e aumentar sua presença no mercado de tecnologia.
Sob a sua liderança, a Apple experimentou um crescimento significativo. Um dos momentos mais marcantes de sua gestão foi o lançamento do Macintosh em 1984, que introduziu o primeiro computador pessoal com uma interface gráfica e mouse, revolucionando a maneira como as pessoas interagiam com computadores. Além disso, Sculley foi responsável pela expansão do portfólio de produtos da Apple, diversificando a linha de produtos e aumentando a penetração no mercado. Embora seu mandato tenha sido marcado por desafios e conflitos internos, especialmente com Jobs, a contribuição de Sculley ajudou a pavimentar o caminho para a transformação da Apple em uma gigante da tecnologia.
Luta contra às finanças: Gil Amelio 📈
Após um período de dificuldades financeiras e instabilidade, a Apple precisava de um novo líder para guiar a empresa de volta ao caminho do sucesso. Em 1996, Gil Amelio, conhecido por sua experiência em reestruturação de empresas, foi nomeado CEO da Apple com a difícil tarefa de estabilizar as finanças e revitalizar a empresa.
Amelio trouxe consigo uma vasta experiência em gestão, tendo liderado a National Semiconductor através de um período de recuperação. Na Apple, ele implementou medidas rigorosas de corte de custos e reorganização interna para tentar melhorar a saúde financeira da empresa. Um de seus maiores feitos durante seu breve mandato foi a aquisição da NeXT, a empresa de software fundada por Steve Jobs após sua saída da Apple. Esta decisão não só trouxe de volta Jobs, mas também a tecnologia que se tornaria a base para o sistema operacional Mac OS X, fundamental para o futuro da Apple.

Gil Amelio
Gil Amelio era conhecido por sua abordagem meticulosa e cautelosa. Ele focava na recuperação financeira e na implementação de práticas de gestão mais eficientes. No entanto, sua liderança enfrentou muitos desafios. A Apple continuava a lutar no mercado de PCs, e a recuperação financeira foi mais lenta do que o esperado. Além disso, a cultura de inovação e o espírito empreendedor que Jobs havia cultivado pareciam estar se dissipando sob uma gestão mais conservadora.
Amelio deixou a Apple em 1997, em parte devido à pressão dos acionistas e do conselho de administração que buscavam resultados mais imediatos. Sua saída abriu caminho para o retorno triunfante de Steve Jobs, que rapidamente assumiu o controle e iniciou uma série de mudanças revolucionárias que eventualmente levariam a Apple a se tornar uma das empresas mais valiosas e influentes do mundo.
We are so back: Steve Jobs (again) 🙌
Em 1997, a empresa decidiu trazer de volta Steve Jobs, o cofundador que havia sido demitido anos antes. A volta de Jobs foi nada menos que triunfante, marcando o início de uma das recuperações mais impressionantes na história corporativa.
Jobs retornou à Apple após a aquisição da NeXT, a empresa que ele fundou após sua saída da Apple. Com sua visão renovada e um enfoque implacável na inovação, Jobs começou a transformar a Apple. Ele lançou uma série de produtos icônicos que redefiniram a indústria da tecnologia. Em 1998, o iMac, com seu design colorido e inovador, revitalizou a marca Apple. Seguiram-se o iPod em 2001, que revolucionou a forma como ouvimos música, e o iPhone em 2007, que transformou a telefonia móvel e criou a base para os smartphones modernos. Em 2010, o iPad inaugurou uma nova categoria de dispositivos, mudando a forma como consumimos mídia e interagimos com a tecnologia.

Steve Jobs retorna para Apple
Steve Jobs não só trouxe produtos revolucionários (mais uma vez), mas também reintroduziu uma cultura de inovação e excelência dentro da Apple. Sua liderança visionária e seu foco incansável na experiência do usuário ajudaram a transformar a Apple na empresa mais valiosa do mundo.
Em 2011, Jobs se afastou do cargo de CEO devido a complicações de saúde causadas por um câncer pancreático, e Tim Cook, que havia sido seu braço direito e COO, assumiu a liderança da empresa. Jobs e Cook tinham uma relação de profundo respeito e confiança. Cook era conhecido por sua eficiência operacional e habilidade em manter a cadeia de suprimentos da Apple funcionando perfeitamente, complementando a visão criativa de Jobs.
Steve Jobs faleceu em 5 de outubro de 2011, deixando um legado indelével. Sua visão e inovação continuam a influenciar a Apple e o mundo da tecnologia.
O executivo-prodígio: Tim Cook 💼
Cook assumiu após a morte de Jobs e tem liderado a Apple durante um período de expansão contínua e sucesso financeiro. Sob sua liderança, a Apple continuou a inovar com produtos como o Apple Watch e os serviços como o Apple Music e o Apple Pay.

Tim Cook
Sob a liderança de Tim Cook, a Apple continuou a prosperar e inovar. Um dos primeiros grandes lançamentos sob seu comando foi o iPhone 4S, seguido por uma série de atualizações de produtos que solidificaram a posição da Apple no mercado de smartphones. Cook supervisionou a introdução do Apple Watch em 2015, que rapidamente se tornou o smartwatch mais vendido do mundo, expandindo ainda mais o ecossistema da Apple. Além disso, Cook liderou a expansão dos serviços da Apple com o lançamento do Apple Music, Apple Pay e, mais recentemente, Apple TV+, posicionando a empresa não apenas como uma fabricante de hardware, mas também como uma provedora de serviços digitais e de filmes e séries.
Uma das características marcantes da liderança de Cook tem sido seu foco em sustentabilidade e responsabilidade social. Ele implementou várias iniciativas para reduzir a pegada de carbono da Apple, como o uso de materiais reciclados e energia renovável em suas operações globais. Cook também tem sido um defensor ativo de direitos humanos e igualdade, usando a influência da Apple para promover causas sociais importantes.
Sob a liderança de Tim Cook, a Apple alcançou marcos financeiros impressionantes, incluindo se tornar a primeira empresa a atingir um valor de mercado de US$ 1 trilhão em 2018 e, posteriormente, US$ 2 trilhões em 2020. Essas conquistas refletem não apenas a força contínua dos produtos da Apple, mas também a confiança do mercado na visão e na gestão de Cook.
Hoje, Tim Cook continua a guiar a Apple em um mercado tecnológico dinâmico e competitivo. No entanto, muitos usuários da empresa têm se mostrado insatisfeitos com a falta de novidades significativas, alegando que apenas a melhoria de câmeras e aumento de tela não justificam que seus aparelhos sejam considerados desatualizados pela marca, provocando um descarte desnecessário.
E agora? 🤔
Com essa crescente insatisfação com Tim Cook como CEO, juntamente com a urgente necessidade de posicionamento e inovação perante a popularização e evolução da Inteligência Artificial, rumores tem surgido acerca dos possíveis nomes para CEO da maior empresa do mundo.
Por ser impossível liderar para sempre, dizem que Cook passará o bastão para John Ternus, o atual Vice-Presidente Sênior de Engenharia de Hardware da Apple. Ternus, que ingressou na Apple em 2001, tem sido uma figura chave na empresa, liderando equipes de engenharia de hardware responsáveis por produtos icônicos como o iPhone, iPad, Mac, AirPods e Apple Watch. Sua carreira na Apple é marcada pela supervisão de inovações cruciais, incluindo a transição dos Macs para o Apple Silicon, que tem sido um divisor de águas em termos de desempenho e eficiência.
Ternus é conhecido dentro da Apple por ser um líder carismático e bem-quisto, respeitado por sua habilidade de apresentar bem e por sua tomada de decisões ponderada. Ele é considerado um "mão confiável" que nunca falhou em qualquer papel que tenha assumido, e é elogiado por sua discrição e habilidade gerencial, características que o tornaram um favorito entre os executivos da Apple, incluindo Tim Cook e Eddy Cue.
Caso Ternus assuma a liderança, espera-se que ele continue a tradição de inovação da Apple, mantendo o foco em produtos de alta qualidade e expandindo a presença da empresa em novas áreas tecnológicas, como a Inteligência Artificial e Realidade Aumentada. Sua experiência profunda e comprovada no desenvolvimento de hardware garante uma continuidade na excelência dos produtos da Apple, ao mesmo tempo em que traz uma nova perspectiva para enfrentar os desafios futuros.
Por fim, recomendamos o emblemático comercial da Apple para o lançamento do Macintosh feito em 1984 para entender a visão da empresa acerca de como a tecnologia é uma extensão da mente humana.
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